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BEIJOS!!!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Capitulo 2

Eu não acredito que fiz isso


Minha cabeça latejava e doía muito devido ao tanto que eu vinha bebendo nos últimos dias, senti alguém se mexer no meu colo, seu perfume me invadiu me fazendo lembrar a noite de ontem, pude notar um sorriso que a muito tempo não aparecia no meu rosto, ela mexeu novamente, com certeza estava prestes a acordar, seu cabelo loira exalava o mesmo perfume que seu corpo porem mais concentrado.
-Bom dia princesa. Falei, notando minha voz rouca por estar acordando e também por excitação. Era estranho, mas eu me sentia bem com ela.
-Bom dia. Ela disse com a voz doce, uma voz que eu reconheci, mas não era possível, mexi me encarando seu rosto que virou para o meu lado. Merda, eu não acredito que eu fiz isso.
-Belezura?
-Sim Adrian, quem mais seria? Ela disse brincalhona, um sorriso enorme estampado no rosto, ela passou sua mão em minha barriga e foi impossível segurar o desejo, meu corpo ainda era totalmente consciente dela nua em cima de mim, mas eu sabia mais que isso, era a Jill. Levantei-me rapidamente e enrolei no lençol. Ela sentou na cama se enrolando no outro lençol, seu rosto estava assustado e em poucos segundos ficou triste.
-Eu não... Comecei a falar, mas ela me interrompeu.
-Não termine essa frase, por favor. Eu a olhei.
-Não foi certo.
-Por que? Ela perguntou se levantando e deixando o lençol cair, oh não. –Por que não? Ela repetiu tocando meu peito, eu estava imóvel a olhando, meu corpo excitado demonstrava desejo.
-Jill. Ela me beijou, seu cheiro, seu gosto, era demais pra resistir, aprofundei o beijo a puxando pra mim, não me lembrava desde quando ela perdeu a timidez e deixou de ser a garotinha da escola, pois a Jill que estava na minha frente, me beijando era uma mulher linda e nem um pouco tímida. Soltei o lençol pois precisava das minhas mãos em seu corpo, eu não tinha certeza se era errado ou certo, mas eu não consegui pensar nisso.

Jill
Detroit, eu odeio essa cidade, ela é feia, e sinto falta da academia, do clube de luta, apesar de que esse ano não terei Cristian pra me ajudar, sinto falta de Rose, Lissa, apesar dela não gostar muito de mim e sinto falta dele, Adrian, e por isso eu odeio Detroit. Só estou aqui por que, primeiro é férias e não tem como ficar na academia, segundo estava com saudade de minha família. Minha mãe, meu pai, Luisa e Kaio meus irmãos.
-Oi querida você vai comigo na apresentação no cassino hoje? Minha perguntou da porta do meu quarto.
-Claro mamãe. Essa era a única coisa boa em Detroit, a companhia de bale que minha mãe participava. Hoje haveria uma apresentação em um cassino da cidade e eu iria com ela. Ela saiu e eu fui ao meu closet arrumar a roupa. Pouco depois Luisa entrou na meu quarto, ela tinha treze anos e era muito parecida com a mamãe, porem tinha o gênio do papai.
-Você vai à apresentação? Ela perguntou com raiva.
-Vou sim, você não?
-Não. A mamãe disse que eu era nova demais pra poder ir. Fui até o closet me vestir enquanto ela falava enraivecida. –Às vezes eu não entendo, pra ir a apresentação no cassino sou nova demais, pra ir pra academia sou nova demais, quando não quero fazer algo, ou comer verdura, sou velha demais pra isso. Isso não é justo. Eu sorri enquanto voltava pro quarto.
-A vida é injusta mana. Dei uma volta e perguntei. –Como estou?
-Linda, como sempre. Nós sorrimos cúmplices uma da outra, Luisa sempre me admirou, principalmente sobre o clube de luta, ela era a única da minha família que sabia sobre isso, como se ouvisse o que eu pensei ela perguntou. –Fala sobre o clube? Ouvi a mamãe chamando.
-Jill vamos nos atrasar. Desci rapidamente e encontrei minha mãe me esperando na sala.
-Como estou. Perguntei entrando na sala.
-Lindíssima querida. Só esse cabelo que poderia melhorar.
-Ok vamos nessa mãe, e deixa meu cabelo. Como sempre os bastidores da apresentação era uma festa, e todos já estavam acostumados comigo e meus irmãos. Assim que a apresentação começou resolvi dar uma volta.
-Oi gatinha. Um moroi filho de um dos amigos de minha mãe me chamou, ele era um idiota que vivia dando em cima de mim. Dei um sorriso amarelo e sai sem falar nada, quando andei um pouco mais vi algo que me fez parar. “Adrian?” dei um sorriso estonteante, eu não acreditava que ele estava ali, ele me olhou e sorriu também, veio diretamente até mim e me abraçou. Senti um cheiro forte de bebida, porem isso era normal nele.
-Oi. Disse sorrindo.
-Olá princesa. Ele disse sorrindo sedutoramente e no momento seguinte senti seus lábios nos meus, eu estava sonhando? OMG isso era realmente impossível. Sua língua pediu passagem e isso era o que eu mais queria a muito tempo, eu não me importei se estaria sonhando, eu só queria aproveitar. Quando dei por mim estávamos no seu quarto. Ele me beijou com urgência, explorando cada espaço da minha boca. Quando vi minha mão estava em seu cabelo o puxando, ele desceu sua mão lentamente, tocando meu corpo, o meu Deus eu vou realmente fazer isso. A mão dele tocou meu ventre e senti meu corpo arquear, afundei minhas unhas em sua nuca e no instante seguinte ele se livrou das nossas roupas, ele era lindo, seu corpo não era musculoso como um dhampir, porem ele tinha músculos, sua pele branca e macia, ele me beijou novamente e eu tinha certeza que eu queria sim fazer isso.
Senti que estava acordando, algum sonho bom queria me voltar a memória, porem eu não sabia exatamente qual, virei-me e senti alguém ao meu lado e então veio tudo de uma vez na minha mente, Adrian, nossa noite.
-Bom dia princesa. Ele falou rouco e meu corpo reagiu a sua voz.
-Bom dia. Minha voz era doce, como não ser, eu sempre o amei e agora ele estava ali, os olhos dele se esbugalharam e ele olhou pra mim.
-Belezura?
-Sim Adrian, quem mais seria? Eu disse sorrindo, eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo, passei a mão em sua barriga, e que barriga e senti uma fisgada de desejo em meu ventre. Ele se levantou de um pulo da cama, e se enrolou no lençol, eu levei uns dois minutos pra entender o que estava acontecendo, o famoso arrependimento, mas ele não faria isso. Sentei-me na cama, me enrolando no outro lençol, o olhei com tristeza, já sabendo o que ele falaria.
-Eu não... Ele começou a falar, porem eu o interrompi.
-Não termine essa frase, por favor. Ele me olhou.
-Não foi certo.
-Por que? Eu não me daria por vencida, não sei de onde eu tirei toda essa coragem, mas levantei e deixei o lençol cair. –Por que não? Pus minhas duas mãos em seu peito nu, eu sabia que ele desejava.
-Jill. Ele tentou argumentar, e eu o beijei, seus lábios eram macios e me trouxeram lembranças da noite passada, ele aprofundou o beijo, passando sua língua em meus lábios e mordendo a parte inferior da minha boca, ele me puxou, colando nossos corpos, e eu soube que ele não lutaria mais, se fosse só uma vez pelo menos eu aproveitaria tudo que eu tinha direito. Ele soltou o lençol, e suas mãos vieram para o meu corpo, e nos amamos novamente.
Ouvi um toque insuportável de celular ao longe, não era a primeira vez que eu o ouvia, porem era a primeira vez que eu prestava atenção e via que era o meu celular, pulei da cama e fui até onde ele estava. Havia varias ligações perdidas, meu pai, minha mãe, meus irmão, o telefone de casa, o céus estou frita. Quando olhava o telefone ele tocou novamente.
“Papai ligando”
-Merda. Atendi o telefone.
“graças a Deus Jill, onde foi que você se meteu?” meu pai estava visivelmente irritado, ele era muito carinho, porem era explosivo.
“eu quero você em casa em vinte minutos, e com uma explicação bem convincente do que aconteceu” ele falou sem dar tempo para eu responder, logo depois eu ouvi o tom do telefone desligado.
-Merda. Fui até a cama de onde Adrian me olhava sem entender nada e comecei a me vestir.
-Quem era? Ele me perguntou.
-Meu pai. Falei com a voz fraca, ele se sentou na cama.
-Quer que eu te leve?
-Não. Eu gritei, terminei de por minha roupa, me virei rápido o pegando despercebido, dei um selinho em sua boca e falei. –Eu só fiz o que fizemos por que amo você. Sai rápido antes que ele recuperasse a voz pra me responder.

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